Vendendo tequila para a China: um coquetel sem vencedores claros
DOI:
https://doi.org/10.18046/j.estger.2018.147.2780Palavras-chave:
tequila, China, denominação de origem, teoria dos jogos, marketing colaborativoResumo
O objetivo deste artigo é explorar a relação entre ações cooperativas de empresas de tequila e os avanços na exportação de tequila para a China como um produto com denominação de origem. Utiliza-se uma metodologia qualitativa que inclui entrevistas, analise de conteúdo de literatura, estatísticas oficiais e plataformas de comercio eletrônico chinês. Os resultados sugerem que os poucos avanços devem-se à predominância de estratégias não cooperativas voltadas à promoção de marcas de cada empresa o que é explicável dada a estrutura industrial oligopolista do setor exportador de tequila, as características do produto e as especificidades do mercado chinês. Derivam-se recomendações para seguir repertorio de ações cooperativas para alcançar a aceitação do produto ao invés de privilegiar o posicionamento das marcas.
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