A economia política do estatuto de economia de mercado chinês, dado pela Argentina e o Brasil

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18046/recs.i14.1853

Palavras-chave:

Sem economia de mercado, Anti-dumping, OMC, Brasil, Argentina

Resumo

O protocolo de adesão à Organização Mundial do Comércio da China, assinado em Dezembro de 2001, permitiu a outros países membros apreciarem a China como nação sem economia de mercado (NME, pela sua rubrica no inglês) até o final de 2016. O presente artigo visa responder a pergunta: É possível medir o status de economia de mercado (MES, pela sua rubrica no inglês) conforme a sua efetivação? A variável aplicada para estimar a execução foi à checagem de investigações anti-dumping iniciadas pelos países. Espera-se que os países que reconhecem à China a classificação de MES, reduzam o número das investigações anti-dumping em comparação com os países que ainda tratam esse país como uma economia sem mercado. Isso esclareceria o fato das agressivas campanhas lideradas pelo governo chinês desde 2001 para ganhar o status de MES entre os seus parceiros econômicos.

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Biografia do Autor

  • Francisco Urdinez, Universidade de São Paulo
    Doctoral candidate in International Studies at the Institute of International Relations at Universidade de São Paulo (USP) in Brazil. Scholar member of the Foundation for Research Support of the State of São Paulo (FAPESP). Bachelor’s degree in International Relations at the Universidad Católica de Córdoba (Argentina) and masters’ degree at USP.

Publicado

2014-12-19

Como Citar

Urdinez, F. (2014). A economia política do estatuto de economia de mercado chinês, dado pela Argentina e o Brasil. Revista CS, 14, 47-76. https://doi.org/10.18046/recs.i14.1853