Liberdade na selva. A formação de um campesinato negro no Pacífico colombiano, 1850-1930
DOI:
https://doi.org/10.18046/recs.i20.1861Palavras-chave:
Liberdade, Camponeses negros, Economia extrativista, Pacífico colombianoResumo
Este artigo reconstrói as bases sobre as quais o campesinato negro do Pacífico colombiano se formou após o fim da escravidão. Os descendentes de escravos conseguiram se tornar produtores independentes, em lugar de proletários rurais, graças ao acesso que tiveram não só às terras, mas também à selva, às águas e ao subsolo. Estes camponeses não eram principalmente agricultores; extraiam ouro, marfim-vegetal e borracha para vendê-los a comerciantes brancos que os exportavam. No contexto desta economia extrativista, a liberdade significou obter o controle sobre o território e os processos de trabalho. Porém, ainda é preciso reconhecer as contribuições que estes cidadãos fizeram à construção da Colômbia sobre a base de sua liberdade.Downloads
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Direitos autorais (c) 2016 Claudia María Leal León

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