Da Guiné-Bissau à Colômbia. Benkos Biohó, resistência e (é) palenque. Um caso da diáspora africana

Autores

  • Henry Arenas Valencia Universidad del Valle, Cali

DOI:

https://doi.org/10.18046/recs.i16.2042

Palavras-chave:

Diáspora africana, Palenque, Guiné-Bissau, Colômbia

Resumo

Neste texto refiro-me ao caso de Benkos Biohó como uma figura simbólica da resistência africana, afrodescendente e afrocolombiana dada desde os palenques (no Brasil utiliza-se a expressão “quilombos”), manifestações de resistência que começaram na África e mais tarde se reproduziram na América toda durante o trafico de pessoas, a colonização e a escravização. Hoje estas estratégias estão sendo reinventadas e reformuladas pelos afrodescendentes, mulheres e homens, que nestes territórios se localizam. Quanto às formas ou métodos, foram sempre diversos, desde a luta armada até a exigência de liberdade nos tribunais. Mas sempre procuraram avanços, melhoras e progresso em um sistema opressor colonial.

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Publicado

2015-08-16

Como Citar

Arenas Valencia, H. (2015). Da Guiné-Bissau à Colômbia. Benkos Biohó, resistência e (é) palenque. Um caso da diáspora africana. Revista CS, 16, 233-242. https://doi.org/10.18046/recs.i16.2042