Elitismo e poder gremial na Sociedade Nacional de Agricultura (SNA)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18046/recs.i20.2221

Palavras-chave:

Chile, Elite econômica, Grupos de interesse, SNA

Resumo

Este artigo tem por objetivo analisar o caso da SNA, na sua qualidade de organização gremial que tem contribuído para a formação de uma elite que pode ser considerada económica e política ao mesmo tempo. Isto requer uma caracterização dos líderes que integraram a SNA e que foram autorizados a manter a sua relação com o sistema político. Além disso, analisam-se os principais arcos de sua trajetória organizacional na fase antes da reforma agrária, até sua participação mais recente na discussão sobre os acordos de livre comércio. Paralelamente, se faz referência a outras organizações de empresários agrícolas que de uma maneira ou outra têm estado ligada a esta associação. Apesar de sua estreita relação com os setores mais dinâmicos do empresariado, sua representação tem sido questionada em diferentes momentos por outros grêmios no sector agrícola.

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Biografia do Autor

  • Octavio Avendaño, Universidad de Chile, Santiago de Chile
    Doctor en Ciencia Política, Università degli Studi di Firenze, Italia. Sociólogo, Universidad de Chile e Historiador de la Universidad de Concepción.
  • María Cristina Escudero, Universidad de Chile, Santiago de Chile

    Doctora (c) en Ciencia Política, Pontificia Universidad Católica de Chile. Master of Arts en Estudios Latinoamericanos, Universidad de Georgetown, Estados Unidos. Magíster en Ciencia Política, Pontificia Universidad Católica de Chile. Abogado, Universidad de Chile.

Publicado

2016-12-20

Como Citar

Avendaño, O., & Escudero, M. C. (2016). Elitismo e poder gremial na Sociedade Nacional de Agricultura (SNA). Revista CS, 20, 37-74. https://doi.org/10.18046/recs.i20.2221