Medicalização, promoção da enfermidade e disfunção sexual feminina

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18046/recs.i24.2308

Palavras-chave:

Medicalização, Farmaceuticalização, Promoção da enfermidade, Disfunção sexual feminina.

Resumo

O artigo propõe uma reflexão crítica, se quiser subalterna, diante do discurso hegemônico tanto no campo das ciências da saúde como no campo político-econômico imperante, em torno aos processos de medicalização e farmaceuticalização sociedades ocidentais, fazendo ênfase no que alguns pesquisadores denominaram «promoção da enfermidade», exemplificada no presente texto na disfunção sexual feminina. A partir da revisão e analise de artigos de atualidade cientifica e crítica sociológica, se argumental sobre o processo sócio histórico contemporâneo que deveio de uma «cultura farmacêutica», igual que sobre os agentes, dispositivos e estratégias que permitem sua expansão e reprodução. As questões problematizadas no documento têm a ver com a produção de sentido e as práticas associadas aos processos de saúde e enfermidade, assim como sua orientação e definição do âmbito de poder estabelecido pela instituição medica, a indústria farmacêutica e seu lucrativo negócio de medicamentos.

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Biografia do Autor

  • Juan Carlos Zuluaga Díaz , Universidad de Caldas, Manizales

    Sociólogo (Univalle), especialista en políticas culturales (Universidad de Barcelona), Magister en Investigación en Ciencias Sociales (Universidad de Buenos Aires). Profesor del Departamento de Antropología y Sociología de la Universidad de Caldas.

  • Julio Cruz, Universidad de Caldas, Manizales

    Sociólogo y Licenciado en Lenguas Modernas de la Universidad de Caldas. Magister (c) en Estudios Políticos. Coinvestigador.

  • Margarita Meneses, Universidad de Caldas, Manizales

    Estudiante de Sociología de la Universidad de Caldas. Auxiliar de investigación.

Publicado

2018-01-02

Como Citar

Zuluaga Díaz , J. C., Cruz, J., & Meneses, M. (2018). Medicalização, promoção da enfermidade e disfunção sexual feminina. Revista CS, 24, 41-66. https://doi.org/10.18046/recs.i24.2308